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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Frangalhos

Tiraram a esperança de cena. O corpo sede ao cansaço e à falta de sutileza. Não se ama como antes, não se compartilha momentos como antes. Coração em pedaços, a mente dominando a solidão e a ansiedade. O pouco não basta, enquanto o muito exagera. Partes para que? Precisa-se de algo inteiro, de uma conclusão válida de situações reais. Ele chora, ela lamenta. Ela é fria, calculista e egoísta. Não entende as palavras evacuadas. Parte dele depende dela, parte dela se foi. Difícil entender o que o cérebro diz e o que o coração permite. Ela se confunde, se atrapalha, se esquiva. Num caminho curto, horas se vão, o tempo excede. Ele pede calma, ela sem calma nem ouve. Ele inteiro, ela em frangalhos. Sorte existe, mas de nada adianta num complexo de inferioridades e de ignorâncias. Pena dele, azar o dela. Não se fala mais de amor, não se enxerga mais carinho. O caminho é esse, uma escolha nua e crua que acarreta afazeres e desprazeres. Ele com o corpo fraco apoia, supera e surpreende. Ela forte e objetiva se vai. Juntos se resumem numa confusão de sensações e de sentimentos que ninguém suporta, mas respeitam. Ele engana, ela extrapola. Nem aqui, nem ali, mas além e o além cansa, indaga e sufoca. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Derivados

Você é o que você pensa. 
Pensa coisas boas, atrai coisas boas. 
Pensa coisa ruim, atrai coisa ruim. 
A sua felicidade não depende de ninguém além do que existe dentro de você. Levantar a cabeça e se tornar uma pessoa melhor, pode ser um grande passo pra enxergar a vida como ela deve ser. Se quiser que ela seja boa, seja no mínimo digno de uma vida que te dê orgulho. Amigos, namorados e os extras que te enchem o coração de paz são complementos, não dependência química. (M's)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Flores Raras - O filme

  

A história é carregada de informações, é longa e surpreendente. Basta imaginar que tudo isso acontecia em 1951, época de tamanha disputa política e de padrões morais pra lá de irritantes. Bruno Barreto se baseou no livro "Flores Raras e Banalíssimas", de Carmen L. Oliveira e na história real da arquiteta Lotta e da poetiza americana Elizabeth Bishop.

Como já esperava Glória Pires simplesmente não deixou a desejar na atuação como Maria Carlota Costallat de Macedo Soares, popularmente conhecida como Lotta. No papel Glória vive a arquiteta responsável pela construção do atual Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro. Patrimônio histórico, lugar de diversão e pensado minuciosamente quando projetado. No filme não fica claro, mas Lotta nasceu em Paris e veio para o Brasil com a família onde cria grande mágoa pelo pai, Primeiro Tenente da Marinha, José Eduardo de Macedo Soares que transfere toda a sua herança para Horácio de Carvalho Junior e aí então se explica o comportamento tão avassalador diante do pai.

Lotta vive com a atual esposa Mary, americana, que deixou a família nos EUA por não aceitarem sua homossexualidade. Ou melhor, ela não deixou... eles é que passaram a ignorá-la. Enfim, nesse intermédio de relacionamento Mary recebe a amiga da época de faculdade Elizabeth Bishop, poetiza até então desprovida de prêmios e que decide passar alguns dias na casa da amiga. O que Elizabeth não esperava é que a relação de Mary e Lotta estivesse abalada e que elas estivessem vivendo como amigas. Surge então a atração entre Bishop e Lotta dentro da própria casa, numa chácara do pai de Lotta, conhecida como Samambaia. Lotta constrói dentro da chácara um espaço para Elizabeth onde ela volta a escrever poesias incessantes, inspiração que vinha do amor que sentia por Lotta. Mary se torna a amiga, enquanto as outras duas protagonistas vivem um amor intenso.

A relação entre Bishop e Lotta durou cerca de 15 anos. A poetiza se dedicava ao que escrevia e Lotta investia toda a sua energia no projeto do Parque do Flamengo (Aterro do Flamengo), apoiada pelo governador Carlos Lacerda. As duas se separam e Bishop volta para Nova Iorque durante o projeto de Lotta. Em 1967 Lotta resolve visitar a poetiza e no mesmo dia que chega em Nova Iorque comete suicídio com overdose de antedepressivos. De acordo com minhas pesquisas, Bishop faleceu com 68 anos com aneurisma.

O filme contém cenas quentes (quentes, não estou falando de sexo explícito) e causa reação sim. Numa cena em que Lotta é arremessada numa parede de vidro e a coisa começa a esquentar, é impossível não notar o comportamento das pessoas que assistiam o filme. Glória Pires e Miranda Otto arrasaram na beijação. Agora vem a melhor parte... sabe qual era a faixa etária das pessoas que estavam na mesma sala de cinema que eu? 18? 30? Errou! Casais heterossexuais e homossexuais com mais de 60 anos foram prestigiar o trabalho bem feito de Bruno Barreto, as excelentes atuações da Glória e de Miranda e de todos os outros atores e atrizes, além de conhecer a história fascinante de Bishop, que ganhou fama por um amor inesperado, que encontrou forças para viver novamente quando passava por um momento de desilusões profissional e pessoal. De verdade? Eu me senti emocionada com as senhoras e senhores entrando pra assistir o filme. Ao mesmo tempo em que pensei que elas pudessem apenas assistir por ser um filme de história antiga, pensei por outro lado também. Acreditei por 2 horas de filme que eles estavam mostrando uma quebra de preconceito absurda e que o mundo realmente está mudando. Nunca, mas nunca mesmo imaginaria assistir duas mulheres se atracando numa tela de cinema e meus “avós” estivessem sentados em cadeiras próximas comentando sobre as roupas, estilos e músicas da época. Sei lá, é só uma observação.

O filme foi ótimo, a história é linda, mas se você não tem saco, paciência ou estômago para assuntos sociais e políticos fique em casa e assista Sessão da Tarde! Óh que top!


Pra quem quiser saber mais sobre a Lotta: http://www.institutolotta.org/

(Lotta de Macedo Soares/ Foto: Divulgação)

(Elizabeth Bishop/ Foto: Divulgação)

(Parque do Flamengo - Rio de Janeiro)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Lado +, Lado -

Você acorda “pilhado”. Fica desesperado com isso, com aquilo e não sabe pra onde correr. Pressa não soluciona problema de ninguém e só te prejudica, isso sim. “Fazer nas coxas” é o ditado mais antigo e que serve muito bem quando você quer fazer e faz mal feito. Só pra complementar essa informação, “fazer nas coxas” vem dá época em que os escravos faziam telhas de barro nas coxas e cada uma aderia um formato diferente e consequentemente tudo ficava desproporcional, considerado mal feito. Mal feito na verdade não era, mas como cada telha ficava de um tamanho, não se encaixavam com facilidade e ficava aquela coisa horrenda de se ver. Enfim... é só pra você entender que pressa mata. Mata de vergonha, de trabalho redobrado e de impaciência. E a pressa vai te corroendo, te levando pra um buraco sem fim. Com a pressa vem o erro, com o erro a decepção e assim vai. Coloca culpa em quem não deve, prejudica a si próprio sem entender nada do que pode vir pela frente. Já levantou a cabeça e agradeceu pela oportunidade de recomeçar? Não né?! Pois agradeça. Enquanto você mergulha na pressa pra fazer uma merda de vida, alguém caminha passo a passo e te deixa láaaaa atrás, bem atrás e é mais feliz. Se você acordar “pilhado” que seja de bateria pra recarregar as suas energias e te levar pra um lugar melhor, que seja pra viver momentos de sabedoria e de dedicação em coisas boas. Que você seja uma pilha e use apenas o lado positivo da sua vida. Você se decepciona com as suas teorias, fraquezas e expectativas. Quem vive um dia de cada vez e confia em si próprio atinge mais fácil a felicidade que almeja. E cá entre nós, se a felicidade é feita de momentos, pra que desperdiçar tanto tempo com tanta negatividade? O lado positivo sempre funciona. O lado negativo sempre decepciona.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ah eu mato!

Hoje acordei, a peguei pelo pescoço, forcei a me deixar. Estava me matando, me sufocando. Tentou ser mais forte que eu, não deixei. Foi uma luta, uma guerra, um arranca-rabo lascado. Ela é uma safada. Aparece nos momentos mais apropriados e tenta me conquistar com fotos, músicas e lembranças. Já disse que aqui ela não fica. Mais esperta do que eu, se escondeu, surgia aos poucos e me conquistava com aquele olhar maroto. Não adianta! Quanto mais pedia pra que ela fosse embora, mais ela se adentrava, sentava e me olhava com um olhar carente e amoroso. Passei horas olhando pra ela e tentando me convencer de que não valia à pena que ela ficasse. Ela não entendia e me perturbava. Disse que não dava mais, que não fazia sentido ficar. Ela gritava, esperneava, me abraçava querendo mais. Quando cansei, deixei de dar corda para que ela continuasse ali parada na minha frente me olhando com carinho e ela sossegou. Ficou parada por alguns instantes enquanto pensava em como matá-la, em como acabar de uma vez com ela. Achei uma solução... Peguei um papel, uma caneta e escrevi. Escrevi sem parar, perdi o fôlego e ela me dizia que não ia embora. Escrevi, escrevi e escrevi e terminei meu texto com a seguinte frase: “Pode ir, volte quando quiser, mas não me faça sentir dor e não me faça sofrer.” Li em voz alta repetidamente sem cessar. Ela saiu pela porta e nunca mais voltou. A saudade se foi e nem precisei matá-la. Que aquela safada não volte, ou na próxima vez eu a mato, com certeza.  

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sejamos!

Faz parte de nós a busca por algo melhor sempre, mesmo que para isso precisamos nos desfazer de lembranças, de amores, de amigos... ah amigos não se vão? Vão sim. Eles partem, seguem suas vidas e nós seguimos as nossas. Para buscar algo melhor precisamos colocar a cabeça no lugar e os pés no chão. Precisamos abrir nossos corações para novos amores, talvez um único, exclusivo e que mereça toda a atenção comparada aos demais. É tanta coisa que a gente precisa que nos perdemos. Nos perdemos nas nossas vontades, nas nossas ambições, nos nossos sonhos. Por tantas vezes não nos sentimos felizes, somos atingidos pela inveja, pelo agouro, pela falta de fé. Você levanta, se propõe a mudar e continua na mesma. Decepção? Não, isso não. Enquanto você reconhecer onde estão suas falhas, sua falta de discernimento no que diz e no que faz, ainda existe esperança de se tornar um ser melhor, uma pessoa de paz e de compreensão consigo. Somos alvos de má fé, de desproporção, mas nada vai te atingir se seu pensamento positivo te consumir e caminhar contigo. Sejamos inocentes a ponto de enxergar o mal e sejamos polivalentes para enfrentar a dor e crescer. Sejamos felizes, mesmo que tristes, mas sejamos.  

terça-feira, 14 de maio de 2013

E é assim!

Todo dia você acorda e procura renovar, procura novos objetivos ou ainda lutar por sonhos antigos. Você enfrenta trânsito, passa horas se dedicando a coisas que não são concluídas, o tempo passa e mesmo assim parece que nada muda. E quando muda você se assusta, grita, esperneia, fica abismado com mudanças. E mudança assusta sim. Você pensa em voltar a ser criança e se preocupar com as lições de casa, mas aí você descobre que você cresceu, que o tempo voou e que você mudou. Por mais que você diga que vai permanecer vivendo o que sempre gostou de viver, a vida vem e te dá um tapa bem dado na cara e mostra que gente grande vive de mudanças e de mesmices. Você se cansa só de pensar em inovar, mas se renova. Renova energias, renova amores, renova todo dia. E mesmo renovando você percebe que isso não basta. Renovar cansa e vira mesmice também. Mas é isso... viver é isso aí. Nós nunca estamos satisfeitos com o que somos e nunca estamos satisfeitos com o que as pessoas se tornam, mas nos satisfazemos com sorrisos, gargalhadas e abraço de mãe, de irmão e de amigo. O ser humano é um bicho louco que quando tem não quer mais e que quando não tem, fica inventando desculpas pra ter. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Xiiiii, traiu!





E insistem em dizer que traição é quando uma terceira pessoa surge no caminho de um casal e acaba acontecendo ação física, corpo a corpo, téte a téte. Mas beijar, transar, dormir com outra pessoa é traição pra ser perdoada? Se você é traído as coisas são ditas ou vistas bem diferentes né? Mas se você trai, é porque a outra pessoa merecia. Mas merecia mesmo? Errado é quem não perdoa uma traição, porque afinal somos humanos e erramos ou errado é quem trai, afinal é preciso matar nossas vontades, abrir espaço para a concorrência e viver riscos ou aventuras. E se você sabe trair? Sabia que tem gente que é especialista em esconder seus casos? Muda nome de mulher pra homem na agenda, coloca "trabalho" pra falar com privacidade ou "mãe" pra disfarçar descaradamente. Aí então a amante liga e seu marido gostosão fica do seu lado no sofá com aquelas respostas MEGA prontas: "ah tá, tendi; aham, sei; claro, vou sim" e mais um monte que simplifica encontros e diálogos. Eu que não sou louca de pontuar o que é certo ou errado sobre traição, mas alguma coisa você tem que aprender numa situação do tipo, nem que seja pra descobrir que você nasceu pra ser puta e merece permanecer solteira, ou que você vive bem do jeito que está mesmo que já nem consiga passar na porta de tantos galhos. Tem gente que se acha mestre na arte de trair... Aham, é tão mestre que o mundo desaba bem na cabeça desse ser e ele passa a viver de estórinhas pra boi dormir. Tem amigo que trai com amigo (amigo é modo de dizer, óbvio), tem homem que fica com homem e deixa a mulher em casa, tem mulher que dorme com mulher e o marido acha que ela tava na amiga (ai que fofo), e tem outros tipos de traição por aí como desejar alguém que não seja seu parceiro(a). Safadeeeeeenhoooo! Vou abrir um curso sobre como trair com estilo e como descobrir as galhas que as pessoas levam... vou ficar Rycaaaaaaaaaa! Hahahaha Calma, não se assuste com o post. Sei que você pode ser um privilegiado e nunca ter passado por nada assim, afinaaaaal... são coisas que colocam nas nossas cabeças. =)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mais amor por favor


Amor e ódio andam juntos? Me ame ou me odeie, mas lembre de mim? Hummm, sei não. Amor tem todo aquele lance de se envolver de corpo e alma, de se entregar, de cegar, de fazer sua vida a dois virar uma só, fazer seus planos não serem apenas seus. Sua vida fica diferente. Você ri à toa, fica olhando pro telefone, babando nas fotos de vocês dois grudadinhos... Ah o amor! Coisa que nos torna ridículos, escravos de mesmices e que nos faz usar rédeas. Será? E quando existe aquela sensação de que não há amor o suficiente, que a corda está estourando de um lado, as pessoas mudam né? Que chato! E amor se mede? Amor: abstrato. Sem forma, sem cor e sem tamanho. Se ele existe mesmo, só com muito tempo pra saber. Amor à primeira vista? Gente que se acha oftalmo então? Amor maior do mundo? Maior que amor de mãe? Ai credo! Amor como nunca teve igual? Poxa, amor não deveria ser único? E vem cá... e quem ama duas pessoas? Pode Arnaldo? Estranho esse sentimento que ao mesmo tempo que nos faz feliz, se transforma e nos consome, nos traumatiza. Amor que causa dependência. Caramba, compra um bichinho de estimação. Ele vai sorrir toda vez que você der comida. Mais fácil né? E sobre o ódio... eita coisa maluca. Um dia ama, no outro odeia, some. Credo em cruz. Mais amor por favor. O ódio vem da dor, da solidão, de sentimento não retribuído, da mágoa, da indiferença, né não? Quantos casais amam, odeiam e continuam conectados, interligados pelo destino. Parece encosto kkkk. Haja oração.
Seja pelo amor ou pela dor, vamos amar. Um dia, um mês, um ano... vamos amar. Poxa vida, as pessoas vivem mais felizes assim. Mas se tudo se transformar em ódio, olhe no espelho e pense "e eu preciso disso?". Coloque na balança os males e os benefícios causados pra você e veja se compensa rugas, estresse, ser um babaca que chora por uma rua de uma mão só. O destino é sempre um moleque sapeca que joga uma bolinha de papel na sua cabeça tentando dizer assim "Ow, você! Aprendeu? Vamo que vamo" e você deve ir. Privando de dores e desamores, amando sem medo e sendo forte, sendo maior, mais competente, um pingo egocêntrico e cheio de amor próprio. Talvez você seja feliz sozinho, talvez você sirva para passar por muitas fases mesmo, aprender e ensinar. Talvez você não chegue a lugar algum, mas e daí? Se há amor pelo que você tem dentro de você, se alguém topar dividir, bora compartilhar. Vamos aproveitar sorrisos e que se houver rugas que seja só por isso. :) Beijos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Boca aberta, mente fechada?



Religião, política, sexo, futebol, liberdade e outros inúmeros assuntos são discutidos e muitas vezes as opiniões opostas não te faz chegar a lugar nenhum. E as pessoas insistem. Insistem em diálogos sem fim, discussões desnecessárias e ninguém acrescenta nada a ninguém. Religião você acredita no que quiser ou não acredita em nada. Política, um assunto recheado de coisas podres, ainda gera brigas, conceitos expostos que não dizem nada. Sexo, o assunto que causa polêmica, em algumas pessoas vergonha, opção sexual colocada em pauta pra não te levar a lugar nenhum. Futebol, se você torce pra um time é problema porque você torce e se não torce é porque você é diferente, estranho. Liberdade... o que é liberdade pra você não é pro outro e assim continuamos caminhando e falando merda. Pior, fazendo merda. Opinião própria é um assunto seu, peculiar, particular, único. Expor é uma decisão sua e se você acha que vale à pena discutir, vá em frente. Trocar informações sobre todos esses assuntos e muitos outros pode sim te acrescentar alguma coisa de bom, mas quando vira ofensa, intriga, confusão, pra que continuar? Existe uma coisa nessas entrelinhas chamada respeito e se você sabe o que essa palavra significa aí sim você pode falar sobre o que quiser, pois você vai saber quando parar, você vai saber conversar como gente grande. Engraçado como as pessoas gostam de se ofender falando abobrinha. Aquele velho ditado de que temos dois ouvidos e uma boca, portanto devemos ouvir mais e falar menos se encaixa perfeitamente naquela situação de respeito quando você quer conhecer o outro e não ofender. Quando você abrir a sua boca pra julgar, criticar ou comentar algo, pense se você tem argumentos válidos pra isso, ou então você vai passar vergonha e de elefante você vai virar formiguinha e vão pisar bem na sua cabeça rindo e alegando que você é um bosta que não sabe o que diz. Ateu, cristão, evangélico, praticante de qualquer outra religião... você escolheu, você tem sua opinião, então quando for falar mal de alguma situação voltada pra religião, procure falar bem do que você tem em mente. Seja para religião, esporte, política, etc, se você tem coisas válidas pra oferecer, acredite... não haverá argumento algum que te provará o contrário. Se te causar dúvida, desculpa, mas você não sabe do que está falando. E aquela mania idiota de discutir heterossexualidade ou homossexualismo? Caramba, o povo não cansa não? Quer saber a diferença de heterossexual e um homossexual? Mantenha todo mundo de boca fechada e me diga a diferença. Somos iguais, somos todos iguais. O que se faz entre quatro paredes, se um vai ter filho e o outro não, isso é problema de quem é o que é e pronto. Vai lavar louça que você ganha mais, ou passa numa “gataria” e compre quantas vidas for necessário pra você cuidar. Sei que caça-palavras não vai suprir seu passatempo pra esquecer tal assunto. E quando você diz que adora o PT? E se disser que ama o PSDB? Noooossa, como você é otário. Ah pelo amor de Deus, cada um vota em quem quiser e pra fazer alguém mudar de ideia você precisa ser muito bom no que diz e provar que o seu é bem melhor de forma culta, educada e firme. Enfim, tudo isso pra dizer que o que você faz, o que você acredita, o que você é, é problema seu. Mas pra ser e viver tudo isso você precisa estar seguro do que diz e estar pronto para qualquer diálogo que surja. Comunicar é uma arte. Dialogar é um dom. Ofender é uma burrice. E que vivamos numa sociedade de pessoas de mentes mais abertas, bocas mais fechadas e ouvidos mais sensíveis. Quem sabe assim conheçamos a receita de socializar com estilo... a sinceridade e o respeito. Uma ótima semana! =) 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria - RS

(Fonte da Imagem: facebook/Carlos Latuff)


Todos sabem sobre a tragédia que aconteceu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde mais de 230 jovens morreram após a boate Kiss ter sido incendiada depois da irresponsabilidade de um dos integrantes da banda que se apresentava, ao utilizar material barato num show pirotécnico. Muitos culpam outros muitos e diante de todos os comentários que li e de todo o "auê" que a Mídia fez sobre o ocorrido, deixo aqui a minha opinião, anteriormente publicada no Facebook: 

Não existe lugar seguro. Existe fé e destino, o que muitas vezes são intercedidos pela irresponsabilidade ou ignorância humana. Sempre fui baladeira, da bagunça e dos amigos. Podia ter sido eu, você ou o seu melhor amigo. Essa tragédia foi um simples exemplo de que quando as coisas estão pra acontecer, elas acontecem. Tenho certeza que um alvará vencido ou o fato dos seguranças impedirem a saída (podia ser briga, pq não?) não foram o suficiente para tantas mortes. Mais saídas de emergência e um preparo melhor da equipe talvez sim. De qualquer forma, muitas mães, pais e amigos estão sofrendo agora e pior... não importa em quem você coloca a culpa, eles não vão voltar e a dor dessas famílias não vai diminuir.