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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Tommy Glenn Carmichael - O golpe em Las Vegas

Tommy Glenn Carmichael foi o cara que deu o maior golpe nas máquinas de moedas de Las Vegas. Assistindo TV um dia desses, encontrei a biografia dele sendo comentada e achei demais um cara conseguir enganar Vegas por tanto tempo, conseguir enganar a polícia americana. Primeiro Carmichael desenvolveu um esquema para driblar as máquinas que eram feitas com funil, ou seja, era só usar uma ferramenta criada por ele que travava o funil e todas as moedas caíam. Com o passar do tempo, modernizaram as máquinas e desenvolveram um sistema digital e de leitor óptico para que as moedas pudessem cair só quando esse sistema realmente fosse ativado. A ferramenta de Carmichael não servia mais, pois a máquina de moedas não dependia de uma trava e sim de um sensor. Ele não sossegou e investiu na criação de algo que pudesse burlar a segurança. Tommy desenvolveu uma varinha de luz que ao enconstar na saída das moedas, enganava o que os engenheiros levaram meses pra desenvolver. As moedas voltaram a cair e ele estava com a vida feita. Para continuar em ação ele não podia agir sozinho, então tinha uma mulher (garota de programa na época) que virou parceira fiel e prosseguiu no crime. Os dois frequentavam os cassinos de Vegas e conseguiam em torno de 5 mil dólares por dia em moedas. Enquanto Tommy usava a varinha mágica de luz para pegar o dinheiro, a mulher enganava os seguranças e distraía quem estivesse por perto. Não consegui encontrar vídeos deles em inglês e nem em português, só em espanhol. Pra quem interessar, segue um dos vídeos no final do post. Ele conseguiu ter vida de poderoso chefão por alguns anos. Carro importado, mansão em Vegas e roubando na cara dura, sempre. Aos poucos a ferramenta de Tommy se multiplicou e a polícia entrou em ação. O FBI, polícia de Atlantic City, em New Jersey, entrou com toda a força atrás dele e de pouco em pouco foi descobrindo toda a armação. Ele acabou preso, e por toda a inteligência aplicada, acabou virando lenda em Las Vegas. Ahhhh se eu tivesse uma varinha dessa quando fui pra Vegas rsrs... e depois o povo diz que é sorte haha... Fica a história de um dos caras que adorei estudar sobre. Tommy Glenn Carmichael, sou sua fã rs. Ele é muito do tipo "Prenda-me se for capaz". Dá-lhe Leonardo di Caprio. Bjos. 



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Em quase 3 meses, o mesmo sentimento!

Sabe quando você sente que está tudo errado? Está. Morar dois anos fora não é esperar que as pessoas que ficaram no Brasil parem no tempo e esperem. Era só uma questão de entendimento, de amor, atenção. Com o tempo, com a distância essas coisas acabam e agora de volta, tanto coisa mudou, tanta coisa aconteceu que a sensação é de ser um peixe fora d’água. Mesmo com um emprego bacana, fazendo coisas que eu gosto, curtindo os amigos, o Brasil não é suficiente pra ser feliz. O Brasil que eu deixei em junho de 2009 não é o Brasil que encontrei agora em 2011. Evolução? Mudanças? Conformismo? Sei lá o que está acontecendo, mas tem muita coisa errada. As coisas não batem, minha cabeça fica no mundo da lua, os sentimentos se transformam e a vontade é só de ficar de olhos fechados e esperar o tempo passar. Quem sabe quando abrir os olhos, o dia fica mais lindo, o sol brilha mais forte? O que aconteceu com aquela saudade toda das pessoas? Por que as pessoas mudam? Por que os sentimentos se tornam pedras? Onde esconderam os abraços? Essa cidade não me faz feliz, o trânsito não me encanta. Agora, mais do que nunca, eu tenho certeza que voltei pra esse lugar só por causa da minha família e dos míseros verdadeiros amigos. Voltei por me cansar de chorar sozinha num quarto escuro, por cansar de brigar com um idioma que não me pertencia, por ter curtido Nova Iorque da melhor forma possível e não encontrar palavras suficientes pra explicar toda a minha felicidade para a minha família pelo MSN e Skype. Não tenho paciência, não tenho educação pra entender o que encontrei de volta nessa cidade. Falta de amor, de carinho, de educação, qualquer coisa do tipo, mas tem coisa errada. Mesmo dando certo, tem coisa errada. São três meses no Brasil que parecem uma eternidade, e o pior é achar que ter vivido fora todo esse tempo só me ensinou como interpretar as pessoas e entender tamanha falsidade. Não, eu não queria que todo mundo tivesse parado no tempo. Eu só queria que elas tivessem sido verdadeiras e nem ter me machucado nem antes e nem agora. O tempo passa, mas a dor fica. Só queria voltar a ter paz e infelizmente o trânsito de São Paulo não me proporciona isso. Continuemos. Tudo indica que vim até aqui pra evoluir o próximo, porque o meu lado está bem difícil viu?! Maldito signo de Touro. Drama, carência e egoísmo. Continuemos. Se viver é tentar sempre entender as coisas... continuaremos. Que a dor passe e que eu volte a amar de verdade a mim, aos outros e aprenda que é possível amar de novo, e de novo... A cada capote, um salto, um transtorno, uma evolução.