Um blog sobre Estados Unidos, Brasil e pensamentos aleatórios. Have fun!

Who read my blog until now?

United States, Brazil, Portugal, United Kingdom, Germany, France, Japan, Ireland, Canada, Netherlands, Turkey and Uruguay.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Campanha Tippex

O vídeo é sobre a campanha da fita corretiva Tippex e permite interação com o usuário. É incrível. Uma ação perfeitíssima. Esse tipo de interação é chamada de: The Tippexperience.
Assista o vídeo, escolha uma opção e depois é só acompanhar e se divertir digitando verbos em inglês.
Dicas: dance, touch, kiss, fart, hug, sing.

Have fun!
 

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Having Fun

Elas são ótima companhia toda hora.
Até quando eu tô um trapo depois de um dia louco rs.




Flagras no futebol: Jogo Técnicos x Técnicos
(fotos by Tássia rs)




sábado, 18 de setembro de 2010

Flagra na Broadway


O que não falta na Broadway é anúncio, e se você estivesse dentro de um deles? Bacana não é? Pois é. A Broadway é de uma poluição visual inacreditável, então pra se destacar, é preciso realmente se "diferenciar". Aqui está o meu anúncio predileto em um dos principais lugares de New York. Enquanto você passeia pela Broadway, uma câmera capta a imagem e te coloca no telão. A brincadeira atrai milhões de pessoas e resolvi compartilhar com vocês. Tenta me encontrar na imagem rs.

Não sei se o anúncio foi feito só para essa empresa, mas isso é o que era divulgado no momento: http://life.forever21.com/times-square

Beijos!!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bicho de Sete Cabeças

Pra muita gente o inglês é realmente um bicho de sete cabeças. Na tentativa de ajudar quem tem dificuldade com o idioma, estou criando um projeto pra acabar com essa paranóia. Hoje faço pesquisas e analiso as dificuldades que a galera tem. Quem puder, comenta aí por favor:

Por que você não gosta de estudar inglês?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Coach Rios e o Toefl

Quando decidi vir para os Estados Unidos, ou seja, desde sempre, já tinha em mente aperfeiçoar o inglês ao máximo em todos os aspectos, e taurino quando quer, consegue. Como vocês já sabem fiz 3 cursos aqui, e nenhum voltado para o inglês básico, porque pra isso já bastava o que estudei no Brasil. Fiz Inglês pra Negócios, Inglês com Propósitos Acadêmicos e Inglês em Público. Agora comecei meu 4.º curso, o mais importante, o preparativo pro Toefl. Pra quem  não sabe o Toefl é uma das provas mais difíceis e bem conceituadas pra quem quer realmente falar inglês. É solicitado pra quem quer fazer faculdade nos EUA e tem que ter uma determinada pontuação, caso contrário, não serve. Pra você ser aprovado no Toefl, esse exame de língua estrangeira, você tem que estudar e estudar muito. Envolve específicas áreas do idioma: escrita, leitura, compreensão e a fala. São 4 horas de prova com muita informação. Assuntos que não são fáceis nem em português, imagina em inglês. Agora começa essa fase da minha vida, estudar mais do que nunca e estudar com muita vontade. Já estou me reestruturando pensando no Brasil, e no meu caso o Toefl não servirá pra faculdade aqui, pelo menos por enquanto não, mas sim para um emprego bom  no Brasil. Eu posso dar aula em faculdade, trabalhar em multinacional ou qualquer outra área que envolva inglês com fluência e de linguagem acadêmica. Bacana isso né?! O blog continua, claro, mas não sei se os assuntos serão tão interessantes quanto. Meu foco agora é estudar e estudar muito. Amo escrever, então vai ser difícil não vir aqui dar um oi e dizer que estou viva.

A outra notícia é que fui chamada pra ser assistente de técnico de futebol aqui na minha cidade. Fiz o cadastro e me chamaram sexta-feira pra começar no sábado passado, dia 11. Já ando me envolvendo com o futebol tem uns meses, e agora como assistente, treino crianças de 9 a 11 anos, todas meninas. Sou a "Coach Rios". E também faço parte da AYSO, uma associação de esportes daqui dos Estados Unidos. Fiquei super feliz. Outra que também posso falar inglês num outro aspecto, que é o esporte em si, além de fazer mais amizades, conhecer outras pessoas influentes e assim vai. Cada um traça o caminho que quer seguir.

Esporte e muito estudo são meus focos agora. As viagens ficam um pouco de lado, afinal tudo na vida tem que ter um esforço. Depois que for aprovada no Toefl, viajo de novo. Provavelmente Havaí. É uma idéia.
Aqui está tudo bem, com saudades do Brasil, mas super empolgada com o rumo que minha vida está tomando. Me organizando em vários aspectos, estou me preparando pra voltar pro Brasil sem me arrepender de nada. Vivo o que tenho que viver, mas também a parte séria é preciso ser levada realmente à sério. Nem tudo são flores, mas a vida é uma delícia de ser vivida quando tudo está dentro dos conformes. Muito feliz mesmo. Um beijo pra quem acreditou que eu poderia me tornar alguém ainda melhor, com planos ainda mais interessantes e ser feliz com tudo isso.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Brazilian Day em NYC











O maior evento brasileiro no exterior aconteceu no dia 05 de setembro de 2010, e claro, eu estava lá. Depois de curtir Ivete Sangalo no Madison Square Garden, no dia 04, já emendei com a energia brasileira do Brazilian Day em New York. 1,5 milhão de pessoas na sexta avenida, num sol do caramba, curtindo Zezé di Camargo e Luciano, Margareth Menezes, Luciano Huck, Ana Maria Braga, gente pagando mico e Carlinhos Brown.

O evento é bacana, traz muita energia boa pra quem mora no exterior, mas nem tudo são flores, e é preciso falar. Primeiro organiza-se fila pra cada bloco. No primeiro bloco, onde estávamos aconteceu da seguinte forma: primeiro uma fila gigantesca antes de entrar e ficar de frente pro palco. Teve gente que chegou muito cedo e isso não foi vantagem alguma, porque muita gente passou na frente. A galera entrou, começou a se acomodar de frente pro palco, mas ainda tinha um outro espaço perto do palco. Do nada, pediram pra que a gente voltasse e entrasse na outra parte. Resultado? Começou o empurra-empurra, trombamos até na lata de lixo. Os seguranças tentaram organizar e acalmar o povo, mas brasileiro não ouve. E nesse caso, acho que fingia que não entendia o inglês. Aos poucos fomos nos organizando literalmente na frente do palco, coladas na grade. Muita gente xingando, e com razão, afinal os organizadores falharam. Teve gente que ficou pra trás mesmo madrugando no evento. Outro ponto era que não podia sair do bloco em que você estava. Se você entrou, reza, porque de lá você só podia sair quando realmente tivesse certeza de que não iria voltar. Uma vez fora, não entrava mais. Claro que sempre tem um jeitinho brasileiro de se resolver as coisas, mas dava certo um no meio de um milhão. Vai de sorte e coragem. Vi policial agarrando gente pelo braço, porque tentava furar fila, vi menina chorando, porque perdeu lugar e tentava voltar. Foi uma mistura de desorganização e raiva no começo do evento.

A festa estava marcada por volta das 13:30h, e começou às 15h. Ficamos uma hora e meia no sol esperando, mais as 2 horas que já estávamos lá tentando entrar, sem nem sequer uma musiquinha. Se o povo já estava em clima de festa, por que não deixar rolar um som? Eu me diverti, porque estava muito bem acompanhada e já sabia como funcionava o evento, mas muita gente ficou bem decepcionada. Beleza, começou o evento falando do Zezé di Camargo e Luciano e nada. Enrolaram a gente até cansar, e então apareceu o Luciano Huck. O cara manda muito bem como apresentador e está de parabéns. Conseguiu enrolar o povo quando teve que enrolar, gravou o Caldeirão, ele é cativante. A dupla Zezé di Camargo e Luciano cantou, ficamos mais um tempão esperando rolar outro som, e daí então Margareth Menezes cantou (lendo) o hino, mais espera e aí sim Carlinhos Brown. Nesses intervalos tivemos falha do som. Se não era um barulho infernal, era o microfone que falhava. Na minha opinião o evento teve pausas demais por nada. O povo cansou, desistiu. Muitas pessoas não aguentaram a demora. Era ridículo. Até papo com os câmeras a gente trocou, pra vocês terem idéia do que eu tô falando.

Por outro lado, o Brazilian Day em si tem uma proposta muito bacana. A música brasileira deve sim ser levada pra fora do país. Muitos brasileiros moram fora, e outra que é uma forma de divulgar nossos artistas. Tudo bem que Zezé di Camargo é da minha infância, mas e daí?! Fazem sucesso, e merecem sim levar o sertanejo por aí. Ano passado foi a vez de Vitor e Léo, então tá valendo. Música não tem barreiras. Deve ser passada adiante, agrade a quem agradar. Disso não tenho do que reclamar.

Eu amo o povo brasileiro, mas se tem uma coisa que precisamos cultivar, ou melhor, incentivar, é o RESPEITO. Qualquer coisinha no evento era motivo pra vaia, pra dizer "fora". A apresentadora era americana e irritou o povo fazendo piadinhas sobre o sotaque brasileiro. Lá se foi motivo pra vaia. Não é bem por aí que as coisas funcionam. Fora o lixo que acumulou nas ruas de NYC. Caramba! Andando pelas ruas depois do evento, vimos um "tornado" de lixo. Isso mesmo. O lixo que caiu sobre a ventilação do metrô, começou a subir e rodopiar no ar. Parecia cena de filme sim, e seria cômico se não fosse vergonhoso. Tanto lixo, mas tanto lixo. Os americanos tirando foto e comentando "olha isso". Estamos num país que não é nosso, não custa nada do que pelo menos preservar. Infelizmente não houve respeito não. Gritaria, sujeira e empurra-empurra não fazem parte da cultura americana e não cabe ao brasileiro ensinar isso com gosto, porque não é nada estiloso. É vergonhoso, e muito.

Só sei que dentro de todos esses pontos de vista, me diverti demais, ri como nunca, pulei e dancei até meus pés virarem bolhas. Encontrei gente que já conhecia, me encontraram, me acabei. Fora o que eu ouço dessas meninas né?! Tem cada uma.

Dentre tudo o que vivi nesse fim de semana de Brazilian Day, o melhor foi registrar os furos de reportagens. Olha só: 

- Minha amiga 1 pagou $20 dólares num vestido novo, comprou calcinha nova e um BRASILEIRO deixou ela dormindo sozinha no colchão no chão e foi dormir no sofá. Nem conchinha a coitada ganhou, hahaha... me fala, que mundo é esse?!

- Minha amiga 2 pagou também $20 dólares num vestido novo, comprou calcinha nova e um outro BRASILEIRO deixou ela dormir na sala.

- Uma amiga bêbada viu o tornado de lixo e disse "Estamos em Nova Iorque. Ventos há 125 km/h. Veja só esse hurricane (furacão)".

- Uma amiga pediu desculpas para os caras do bar, porque estava bêbada.

- Uma amiga contou coisas íntimas para outras pessoas desconhecidas.

- O mundo é gay e tem mais lésbicas nesse mundo do que você pode imaginar.

- Algumas caminharam quarteirões pra ir buscar um carregador num bar chamado Aperitivo.

- Fui pedir dica para o querido policial Lopez (o qual nunca vi na vida) e ele saca uma câmera digital e diz "Eu só te falo se você tirar uma foto comigo". Ou seja, existem policiais armados de câmeras digitais só pra tirar foto com os turistas. Inacreditável. Eu ri demais.

- Alguém torceu o pé SEM SALTO. O efeito disso tem nome: álcool.

- Tem gente que foi pra churrasco de desconhecidos e voltou mais conhecida que nota de um real hahaha.

- No sábado tocou a banda "Ai Delícia" e eu lembrei da Fernanda Araújo TODA HORA!

Não vou mais dar detalhes, porque preservo a amizade hahaha. Mas me diverti demais.

Um beijo gente!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ivete Sangalo em NYC






Mais um evento brasileiro no exterior, e eu estava lá. Foi perfeito!

Se tem uma coisa que me deixaria muito chateada, era não assistir o show de Ivete Sangalo no Madison Square Garden. A primeira artista brasileira a se apresentar numa das maiores casas de shows do mundo.
Foi uma mistura de emoção e de muita alegria também. Ela se emocionou, falou em inglês, em espanhol e recebeu muitos convidados também. Nelly Furtado, Juannes, Seu Jorge, Preta Gil e mais um monte de gente que foi surgindo por lá. Tinha famoso que não acabava mais comemorando o grande show da Ivete. Foi lindo, muito lindo. Não tenho o que reclamar. Foram 3 horas de show com muita alegria, muita emoção e de muita festa.

No dia 4 de setembro de 2010, Ivete Sangalo reuniu 15.000 pessoas pra curtir a gravação do novo DVD em New York, numa das melhores casas de shows do mundo, e eu fui. Ela cantou músicas novas e das antigas também. Agradou a gregos e troianos. Foi lindo demais. Uma vitória pro Brasil ter uma pessoa tão linda representando nosso país pelo mundo. Muito sucesso e muita paz.

A produção está de parabéns. Ivete surgiu de uma caixa de presente cantando e tocando piano. Transmitiram imagens dela em 3D, numa "cortina" gigantesca, enquanto ela trocava de roupa. Ela encerrou o show subindo com balões. Foi tudo muito bem feito e muito bem organizado. A equipe inteira está de parabéns. O palco em formato de âncora já arrasou. Estava tudo muito bem simétrico, organizado e bem feito. Valeu muito a pena participar dessa festa.

NY Times falou sobre a Ivete. Clique aqui.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sabrina e Justin Bieber - O vídeo



Eis aqui o vídeo polêmico da Sabrina e Justin Bieber. Não sei até que ponto isso foi certo ou errado. Ela, super simpática, forçou a barra com a questão do idioma e foi pra tirar sarro mesmo. Cumpriu o papel do Pânico na TV. Ele, metido ou irritado, ficou até o fim, mesmo não se sentindo confortável. A questão sobre pronunciar o nome dele errado e tal, nem era um problema tão grave perto de toda a situação em si. Vamos lá. Suponhamos que você fosse um artista conceituado, famoso como ele, e fosse convidado pra uma entrevista pra um programa de TV de outro país. No começo, você se sentiria lisonjeado e toparia, assim como ele fez. E se quando chegasse no momento da entrevista, fosse "isso aí"? Parecia sério, mas era humor. Chato né?! Se Justin Bieber se irritou, foi porque criou expectativas demais. Ele tem Assessoria de Imprensa, ou seja, tem como saber de onde, e pra que viria a equipe brasileira entrevistá-lo. A Sabrina não errou não. O jornalismo é recheado de pessoas muito bem qualificadas e desqualificadas, de pessoas críticas e de pessoas cheias de humor também. A equipe dele deveria ter se informado sobre todo o processo da entrevista. Então qual era o problema do "queridinho" canadense ser entrevistado dessa forma pela Sabrina? Ela não tem inglês. Ele não tem educação (os maus modos entregam) e é muito mal informado por sinal. Ficou repetindo logo no começo "JustEn, JustEn". Querido, idioma é um desafio. Pede pra ele falar "caipirinha, pinga, limão, carnaval". Na primeira palavra ele vai se enrolar, na segunda ele vai dizer "pEnga", na terceira ele vai dizer "limÓn", e na quarta ele vai dizer "carnIval". Se ele não teve senso de humor pra lidar com a situação, vai catar coquinho na esquina. Todo artista deve estar preparado pra até mesmo uma pegadinha. No Altas Horas, Serginho tem um ator que sempre faz pegadinhas com as bandas. O Junior Lima, soube lidar muito bem com o cara falando sobre uma prima que o Junior pegava. Capital Inicial começou a se irritar quando criticados pelo tipo de música, no entanto ponderou e se deu muito bem também. Justin Bieber ficou até o final da entrevista. Por educação ou por mídia? Imagina o bonitinho aí ignorando a Sabrina Sato, apresentadora que veio do Brasil só porque ignorou um programa de HUMOR?! Já reparou no tamanho do Brasil? Dá uma olhadinha no mapa. E as fãs deles ficariam tão decepcionadas né?!

Não sou fã do Pânico na TV, e nem conheço tanto quanto gostaria, mas querido JustEn, quero que você se exploda. Seu nome pode ser dito de diversas formas, e você pode receber qualquer tipo de entrevistador, portanto, tente ao menos ser mais "agradável". Quando ouvi sua música pela primeira vez, achei que você era uma menina. O Pânico é um programa de humor com as celebridades, e você deveria se portar como uma pelo menos. Pronto, falei. Ô carinha mais metidinho!