O blog começou em 2009 com o registro de uma vida de Au Pair e se tornou referência para outras pessoas viverem a mesma experiência. O blog me trouxe novos amigos e uma série de acontecimentos que dão orgulho demais. Hoje temos aqui um resumo de textos aleatórios sobre qualquer assunto. Boa leitura!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Boca aberta, mente fechada?
Religião,
política, sexo, futebol, liberdade e outros inúmeros assuntos são discutidos e
muitas vezes as opiniões opostas não te faz chegar a lugar nenhum. E as pessoas
insistem. Insistem em diálogos sem fim, discussões desnecessárias e ninguém
acrescenta nada a ninguém. Religião você acredita no que quiser ou não acredita
em nada. Política, um assunto recheado de coisas podres, ainda gera brigas,
conceitos expostos que não dizem nada. Sexo, o assunto que causa polêmica, em
algumas pessoas vergonha, opção sexual colocada em pauta pra não te levar a
lugar nenhum. Futebol, se você torce pra um time é problema porque você torce e
se não torce é porque você é diferente, estranho. Liberdade... o que é liberdade
pra você não é pro outro e assim continuamos caminhando e falando merda. Pior,
fazendo merda. Opinião própria é um assunto seu, peculiar, particular, único.
Expor é uma decisão sua e se você acha que vale à pena discutir, vá em frente.
Trocar informações sobre todos esses assuntos e muitos outros pode sim te
acrescentar alguma coisa de bom, mas quando vira ofensa, intriga, confusão, pra
que continuar? Existe uma coisa nessas entrelinhas chamada respeito e se você
sabe o que essa palavra significa aí sim você pode falar sobre o que quiser,
pois você vai saber quando parar, você vai saber conversar como gente grande. Engraçado
como as pessoas gostam de se ofender falando abobrinha. Aquele velho ditado de
que temos dois ouvidos e uma boca, portanto devemos ouvir mais e falar menos se
encaixa perfeitamente naquela situação de respeito quando você quer conhecer o
outro e não ofender. Quando você abrir a sua boca pra julgar, criticar ou comentar
algo, pense se você tem argumentos válidos pra isso, ou então você vai passar
vergonha e de elefante você vai virar formiguinha e vão pisar bem na sua cabeça
rindo e alegando que você é um bosta que não sabe o que diz. Ateu, cristão,
evangélico, praticante de qualquer outra religião... você escolheu, você tem
sua opinião, então quando for falar mal de alguma situação voltada pra
religião, procure falar bem do que você tem em mente. Seja para religião,
esporte, política, etc, se você tem coisas válidas pra oferecer, acredite...
não haverá argumento algum que te provará o contrário. Se te causar dúvida,
desculpa, mas você não sabe do que está falando. E aquela mania idiota de
discutir heterossexualidade ou homossexualismo? Caramba, o povo não cansa não?
Quer saber a diferença de heterossexual e um homossexual? Mantenha todo mundo
de boca fechada e me diga a diferença. Somos iguais, somos todos iguais. O que
se faz entre quatro paredes, se um vai ter filho e o outro não, isso é problema
de quem é o que é e pronto. Vai lavar louça que você ganha mais, ou passa numa “gataria”
e compre quantas vidas for necessário pra você cuidar. Sei que caça-palavras
não vai suprir seu passatempo pra esquecer tal assunto. E quando você diz que
adora o PT? E se disser que ama o PSDB? Noooossa, como você é otário. Ah pelo
amor de Deus, cada um vota em quem quiser e pra fazer alguém mudar de ideia
você precisa ser muito bom no que diz e provar que o seu é bem melhor de forma
culta, educada e firme. Enfim, tudo isso pra dizer que o que você faz, o que
você acredita, o que você é, é problema seu. Mas pra ser e viver tudo isso você
precisa estar seguro do que diz e estar pronto para qualquer diálogo que surja.
Comunicar é uma arte. Dialogar é um dom. Ofender é uma burrice. E que vivamos
numa sociedade de pessoas de mentes mais abertas, bocas mais fechadas e ouvidos
mais sensíveis. Quem sabe assim conheçamos a receita de socializar com
estilo... a sinceridade e o respeito. Uma ótima semana! =)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Tragédia em Santa Maria - RS
(Fonte da Imagem: facebook/Carlos Latuff)
Todos sabem sobre a tragédia que aconteceu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde mais de 230 jovens morreram após a boate Kiss ter sido incendiada depois da irresponsabilidade de um dos integrantes da banda que se apresentava, ao utilizar material barato num show pirotécnico. Muitos culpam outros muitos e diante de todos os comentários que li e de todo o "auê" que a Mídia fez sobre o ocorrido, deixo aqui a minha opinião, anteriormente publicada no Facebook:
Não existe lugar seguro. Existe fé e destino, o que muitas vezes são intercedidos pela irresponsabilidade ou ignorância humana. Sempre fui baladeira, da bagunça e dos amigos. Podia ter sido eu, você ou o seu melhor amigo. Essa tragédia foi um simples exemplo de que quando as coisas estão pra acontecer, elas acontecem. Tenho certeza que um alvará vencido ou o fato dos seguranças impedirem a saída (podia ser briga, pq não?) não foram o suficiente para tantas mortes. Mais saídas de emergência e um preparo melhor da equipe talvez sim. De qualquer forma, muitas mães, pais e amigos estão sofrendo agora e pior... não importa em quem você coloca a culpa, eles não vão voltar e a dor dessas famílias não vai diminuir.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
2012!
Retrospectiva de 2012: Comecei o ano com muitos amigos e sem amores. Termino com os verdadeiros amigos dentro de mim, mesmo que distante, e com novos amigos. Termino o ano com um novo amor que me trouxe paz e me ensinou a amar de novo. Minha família continua sendo a melhor do mundo, independente do ano, mês ou dia. Aprendi a ser mais grossa e viver a minha vida. Se quisesse viver a vida dos outros comprava um gato. Profissionalmente comecei arrasando e terminei renovando. Que 2013 seja o ano do dinheiro, pois paz, amor, harmonia e felicidade já me tem de sobra. Agradeço de coração aos que me desejaram o bem. Que tudo venha em dobro e que 2013 não seja nada 13. As turbulências desse ano e de todos os outros só me serviram pra crescer e melhorar sempre sem machucar ou ofender alguém. Mais um ano, mais lições de vida e menos solidão. Muito menos! Um ótimo 2013 pra todo mundo.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
A liberdade que te prende
O que é ser livre pra você? Ir pra onde quiser? Não dar satisfação de nada pra ninguém? Liberdade é ser sozinho fazendo o que bem entender? Discordo. Liberdade é manter conexões, relações, proximidades e mesmo assim fazer o que a vida te permitir fazer. Não existe uma definição exata para liberdade além de "tornar-se livre" que na minha opinião não é deixar de falar, de se explicar, mas sim saber dizer o que você tem pra dizer sem ferir ninguém. Filhos temem justificativas aos pais por se achar no direito de fazer o que bem entender sem os pais saberem. Irmãos, amigos, colegas temem dizer o que pensam, o que fazem por achar que pode ferir machucar com tanta liberdade, com tanta facilidade de fazer o que quer. Namorados, casais, ficantes, amantes temem viver a liberdade de tomar uma cerveja com os amigos, de saírem sozinhos, de viverem suas vidas. Sua conexão com alguém não significa obrigação de ser grudado, de viver tudo com tal pessoa. Seja pai, mãe, amigo, namorado, a vida é sua e cada um deve respeitar seus desejos e suas vontades. Se você não faz nada para atingir o próximo, não tem porque não viver. Tudo é uma questão de escolha, de diálogo e de compreensão dentro de limites e de cumplicidade. Diálogo é a melhor forma de expressar o que pensa, o que acha melhor da sua vida e se você se mantém numa bolha e ignora opiniões alheias, você infelizmente é um grosso escroto que não sabe viver a vida e a sua liberdade te prende. Te prende a um mundo de omissões e de falcatruas e um dia isso tudo vai vir à tona e quem paga o pato é você. Abre a boca e fala... quem escuta estará pronto para saber de você através de você e não da boca dos outros. Que mania besta de omitir e mentir. Falar a verdade dói, viver sua liberdade e ser feliz não. Se não há mal algum gostar de curtir a vida sem enganar a si mesmo e sem machucar alguém que você ame, vá em frente. A sua liberdade é o que você tem dentro de você e que não atinge coração nenhum. Você é livre. Livre pra ser feliz, pra sorrir, pra caminhar com as próprias pernas e manter um vínculo muito forte com pessoas que se importam com você. E acredite, cuide das pessoas que se importam com você. Elas estarão lá na frente te olhando e relembrando do quanto você promoveu o bem e sentirão orgulho do que você se tornou. E isso não será somente por você ter aprendido a ser livre, mas sim pelo seu caráter, pela sua dignidade e pelo bem que você faz só por ser você e pronto.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Amizade em arco-íris
Ela ri você ri junto, ela chora você chora junto. Tudo anda dando muito certo e ela compartilha a felicidade com você. O mundo desmorona e ela se abala também. Você, ela, ele. Não importa o gênero. Homem com mulher, mulher com homem, homem com homem, mulher com mulher, não, não é de relações sexuais que estou falando. “Podes crer, eu tô falando é de amizade...”. Amigos de infância, amigos de escola, amigos do colegial, amigos da faculdade, amigos. “Amizade” palavra que cria vínculo, que cria laço e não nó. Um conjunto de coisas boas numa relação de amor, carinho, afeto e compaixão. Por mais que o tempo passe, você sabe que pode contar sempre que precisar com aquele amigo ou amiga de longa data. Tem amigo que te conquista em pouco tempo. Você sente como se já conhecesse de muito tempo atrás. Não importa tempo. Amizade é aquilo que quando te aperta o peito, te apertam num abraço e você sorri. Amizade é aquele momento em que você quer chorar sozinho em silêncio e o silêncio do outro completa o seu. Amizade é um sentimento de irmãos, de vida. Você passa a vida inteira se prendendo a muitas pessoas, e no fim das contas você descobre que amizade não prende ninguém. Ela te deixa livre pra viver o que te faz bem, o que te completa. Tem irmão-amigo, tem mãe-amiga, tem amiga que é amiga mesmo. Uma junção de nomes e de citações que te levam sempre pro mesmo lugar: união. E unir não é cobrar, sufocar ou jogar na cara o que você já fez de errado no passado. Unir é conversar, encontrar a melhor saída pra qualquer momento da sua vida. Amizade é cantar alto, rir junto, dividir emoções. É, por mais que as coisas aconteçam que você sempre tenha com quem contar independente do que você é, do que você foi ou do que você vai ser. Amizade é um presente que se vive agora e que você guarda pra sempre. Amizade transforma sua vida em preto e branco num verdadeiro arco-íris, num leque de pantone ou qualquer outra referência de cor que você conheça. Quando tudo parece escuro e sem graça, a vida vem e te mostra que existem pessoas que vieram pra ficar e mudar tudo. Pra melhor, sempre.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
SP: Sem Palavras!
Já tem um tempo que São Paulo se tornou uma fábrica de violência. Sim, uma fábrica. Pessoas trabalham para que o mal continue proliferando, para que as pessoas continuem sendo atingidas por uma política errada, por uma segurança inválida, por vergonha, por injustiça, por nada. Policiais e bandidos numa guerra sem fim. Inocentes morrem e as manchetes dos jornais se tornaram as mesmas "Madrugada violenta em SP". E nada muda. As coisas estão acontecendo debaixo do nariz de todo mundo, de bandidos, de policiais, da população, de inocentes, de trabalhadores e nada muda. Os jornais anunciam, as pessoas se isolam. São Paulo virou um recanto de guerra fria, de fogo cruzado e um mar morto. Ninguém se mexe. O "toque de recolher" não existiu em momento algum oficialmente, porém se tornou uma ação popular involuntária para proteção, por segurança própria. Se aproximar de policiais virou armadilha. "Duas pessoas morrem", três, quatro e os números só aumentam. A maior cidade do Brasil virou a maior vergonha pública. O transporte dá nojo, não transmite segurança alguma. As ruas viraram prato cheio pra quem gosta de matar. Bandidos dominam a cidade, inocentes continuam morrendo por absolutamente nada. Ah sim, existe um motivo... não estavam em casa isolando-se do crime, da falta de segurança que existe na cidade. Criminosos à solta fazendo a festa nas noites paulistanas. Não, eles não estão frequentando os bares mais badalados de São Paulo. Eles se contentam com botecos de esquina na periferia. E nesse mata-mata quem paga é você ao se auto excluir de uma vida social, porque a cidade está perigosa. De verdade, o que me preocupa é quanto tempo isso vai levar. Mais quantas pessoas precisam morrer para tomarem uma atitude drástica e acabar com esse ato circense que não gera riso nem choro. Gera desespero, isso sim. São Paulo, existiu uma época em que eu gostava muito de você, e essa época foi quando resolvi morar aqui para realizar sonhos. Infelizmente hoje você não me deixa dormir.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Aqui jaz um jazz!
A música aquece a alma, purifica, transforma, enobrece, engrandece, nos faz superar, nos faz chorar, nos enriquece. A música nos afasta, nos aproxima, nos ensina. Há muito tempo curtia jazz. Um barulho organizado que me atormentava, que me incomodava e que muito me acrescentaria. Eu nem sabia o quanto. Ouvia uma melodia estranha, um nó na garganta, uma sede tosca, um arranjo desarranjado que turbinava meus pensamentos e me tirava o sono. Um acorde de acordo com o que me ausentava, a fé que me faltava, a poesia que não tinha. Aquele jazz que me fez mal um dia, hoje virou melodia de samba de roda, de canto molhado, de puro devaneio. O jazz era da gringa, da terra que não tinha pinga, do frio, do amadurecimento. Esse jazz virou samba, virou pura fé, maturidade e conhecimento. O jazz que era pouco virou muito, muito mais alegria, mais música, mais canto pra deixar de canto o que não me encanta. Aqui jaz um jazz, aqui nasce um samba.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
No vai-e-vem do balanço!
Por quantas vezes nós nos pegamos preocupados com o que fizemos ou deixamos de fazer? A melhor parte da vida é cumprir aos poucos com o que você tem como missão na Terra. Seja lá qual for o motivo de existir, é notável que cada um tem suas especialidades e suas especiarias. Incrível como a gente pode transformar a vida de alguém sem nem sequer estar por perto, incrível como você pode magoar alguém sem ao menos conhecê-la. A vida é cheia dessas, nos derruba, pisa, chicoteia e de repente ela dá uma volta gigantesca e te arremessa um sorriso na cara. Aos poucos as coisas vão se encaixando, a vida se acertando e os sorrisos vão se multiplicando. Notícias boas, notícias ruins, não importa. A decisão é sua de ser feliz sem ferir, de propagar conhecimento e de fazer alguém sorrir sem medo. Muitos tombos pra te mostrar que o que é bom na vida está dentro de você e isso jamais alguém poderá te roubar. Quando você achar que as coisas não estão como deveriam estar, levante cedo, tome um belo de um café da manhã, agradeça a Deus por tudo que você tem conseguido até hoje e lute pelo o que deve ser melhorado para o futuro. As coisas se ajeitam, se encaixam. O ser humano é firme, seguro e quando não estiver assim, quando não se sentir assim, faça uma boa ação e alegre um coração. Muito, mas muito feliz pelo dia de hoje e de saber que ainda existem pessoas de coração GIGANTESCO neste mundo. Bjo!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Feira "Imagine Estudar no Canadá"
No fim de semana dos dias 29 e 30 de setembro aconteceu a feira "Imagine estudar no Canadá", onde trabalhei como intérprete. A feira acontece uma vez por ano e traz expositores de todas as partes do Canadá para aqueles que tem interesse em estudar por um período curto ou longo. Para quem tem interesse, basta ficar atento ao evento do próximo ano. Vale muito à pena conferir!
Site do evento:
http://www.imagineestudarnocanada.com.br/evento
Corrine
(Coordenadora do Distrito Delta, próximo de Vancouver, de quem fui intérprete)
Leticia Belchior
(Uma das organizadoras da feira e amiga desde quando morei nos EUA)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Força interior
Sua força interior tem que ser maior do que qualquer outro instinto, do que qualquer outro item. As pessoas se vão, mas você fica. Se apoiar em alguém é um ato de fraqueza, mas talvez necessário. Apoio não significa escora. Escorar-se em alguém é um ato de falta de amor próprio. Um dia a parede desmorona. Melhor ser uma pilastra que te auto-sustenta, do que vangloriar um apoio que um dia se vai. Apoie-se em alegrias, escore-se em felicidades. Depender da felicidade de alguém pra ter a própria é ter a covardia de viver e de ser feliz pra sempre sem medo e se conhecendo como jamais imaginaria. Se descobrir não é viver sozinho. Não amar a si mesmo, ahhh isso sim é. =)
(Marcela Rios)
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Google Tradutor - A Crítica
Aos alunos, professores e derivados do idioma denominado "inglês" que adoram copiar as coisas da internet.
Vamos ter uma aula de Google Tradutor? Continue lendo.
Primeiro você acessa “translate.google.com.br”, certo? Ok. Se o site já está no português, poderia ser “tradutor.google.com.br” ou então “traduz.google.com.br”, pois na aba aparece “Google Tradutor”. Isso na parte do português, claro. Não custa nada né querido Google?
Agora vamos falar da parte do inglês. Você acessa “translate.google.com” e na aba o nome fica como “Google Translate”. Google, meu querido, o certo seria “Google Translates”, pois Google é considerado “it” e até onde sei não tem nada de plural, e como todo bom aluno sabe-se que “it” pede mudança no verbo, portanto “it translates” = “ele (Google) traduz”. Até “Google Translator” seria aceitável. Faz uma forcinha vai!
Que testar a eficiência do site do Google? Entre na página “translate.google.com.br” e coloque do português para o inglês. Peça a tradução de “CARTEIRA” e confira as respostas. Ele vai te dar várias opções, porém nenhuma será “carteira escolar” que no caso você só encontra se procurar por “desk”, do inglês para o português. Neste caso, você como um aluno COPIÃO E FANFARRÃO escreverá na sua lição: “I’m using my wallet at school”. Legal, bom saber que você está usando sua carteira de DINHEIRO na escola, mas estamos falando de “desk” ok? São coisas diferentes e o google não te ensina isso.
Isso tudo é só pra dizer pra você aluno querido que adora copiar tudo do “Google Translate” que você está fazendo a maior burrada da sua vida, começando pelo site que você usa.
Fica a dica!
Teacher Marcela!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Rebecca wins! =)
And this morning I received an email from her daddy with:
"Four 1st place for individual breaststroke, backstroke, butterfly, and freestyle. A 3rd and 4th in medley (she did breast) and freestyle relays."
Bec, you rock! Congratulations! You're a really good swimmer. Miss you so much!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Mustang x Gol
Infelizmente é verdade. Os carros nos EUA são mais barato, maiores e mais estilosos. Não sei se eles se preocupam com o "tamanho família", se é por puro gosto de certos carros, mas eles gostam de carros grandes e confortáveis. Carro com câmbio manual não existe em muitos lugares, o que seria o oposto no Brasil. Aqui o que é difícil é encontrar carro com câmbio automático. As empresas deveriam produzir carros com câmbio automático no BR, pois é muito mais prático, mais fácil. Eu não sei o porquê que carro automático ainda é visto como algo pra ricos e poderosos. É algo simples, maaaas não acho que será um investimento breve das montadoras. Enfim, nos EUA usava um Bravada, mesmo modelo da Blazer. Se você for consultar os valores, você vai ver como é ridículo comprar carro no exterior.
Se você for pensar, mesmo sendo de um preço não tão acessível, a cidade de São Paulo está transbordando de carros. A diferença com os carros caros com preço em conta, seria somente a mudança de modelos, porque convenhamos... a cidada está LOTADA!
Beijos! O blog está de volta.
M's.
Fonte: Humor no Face (Facebook)
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Bye bye 2011
Fim de ano é sempre a mesma coisa. Natal em família, Ano Novo cheio de expectativas, mas o que quero mesmo é agradecer por esse ano de 2011. Os dois últimos finais de ano estava ausente por ainda morar no Estados Unidos, mas tive momentos inesquecíveis e não tem como negar isso. Agora tem mais graça assistir "Esqueceram de mim" no Natal rs. Ah se New York falasse... tantas coisas boas. Enfim, esse ano de 2011 foi metade Estados Unidos e metade Brasil. Confesso que até me surpreendi com o que já consegui fazer no Brasil depois de voltar. Algumas meninas reclamavam do fato de não conseguir emprego, de não se adaptar ao Brasil, etc. Realmente o retorno não foi nada fácil para se adaptar com o trânsito, com a falta de educação das pessoas, com o sistema público de transporte, com uma série de coisas, mas isso não era novidade pra mim. Eu não voltei pro Brasil esperando milhões de evoluções, mas voltei porque parte de mim estava aqui. Minha família, meus amigos. Era isso que precisava pra ter forças e prosseguir. O ano de 2011 foi de vitórias, de sucesso, de muita paz na minha vida. Consegui trabalhar assim que voltei pra São Paulo, organizei a minha vida profissional e mergulhei na questão de morar sozinha. Agora já encerro o ano morando sozinha, empregada e super feliz com tudo que tem me acontecido. Graças à minha família consegui me adaptar ao Brasil, e focar ainda mais nos meus objetivos.
A adaptação é questão de ponto de vista. Se você está parado esperando o mundo girar e tudo te favorecer, lamento, mas não é bem assim que funciona. Você precisa se mover baby. E mesmo que seja devagar, as coisas se acertam. É preciso ser positivo, pensar positivo sempre.
Foi esse ano também que ganhei um presente chamado Julia. Uma felicidade incontrolável com esse pedacinho de gente, com essa coisa gostosa. Agora ela vai completar um ano e está a coisa mais fofa do mundo. Sim, eu sou uma tia-avó coruja, babona. Enchi minha geladeira de fotos dela. Pelo menos se tiver que ficar pensando, penso com a geladeira fechada hahaha... (pensamento mão de vaca rs) A Julia veio pra alegrar essa família e trazer muito amor. Se o ano já começou com ela nascendo, não poderia terminar de forma ruim né não? =) Fim de ano vai ser perfeito!
Gente, feliz Natal e um Ano Novo repleto de muitaaaaa, mas muita energia positiva.
Não deixem de sonhar nunca, nunca mesmo e acredite: a sua família é a chave pra qualquer sucesso, e se você não valorizar, um dia você vai se arrepender. Muito amor!
Queria compartilhar um pouco da minha felicidade e dizer MUITO OBRIGADO por tudo papai do céu, principalmente por colocar no meu caminho pessoas dignas de um abraço apertado e de caráter fundamental.
Um beijo! =)
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A criatividade do Hortifruti
Apaixonada por criatividade e publicidade bem feita, não podia deixar de divulgar essas imagens do Hortifruti. Um viral que deu certo, é divertido e muito bem feito. Além disso, me lembrou quando fizemos os pôsters da campanha do Cinemark com a agência Ícone. Muito bacana!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Tommy Glenn Carmichael - O golpe em Las Vegas
Tommy Glenn Carmichael foi o cara que deu o maior golpe nas máquinas de moedas de Las Vegas. Assistindo TV um dia desses, encontrei a biografia dele sendo comentada e achei demais um cara conseguir enganar Vegas por tanto tempo, conseguir enganar a polícia americana. Primeiro Carmichael desenvolveu um esquema para driblar as máquinas que eram feitas com funil, ou seja, era só usar uma ferramenta criada por ele que travava o funil e todas as moedas caíam. Com o passar do tempo, modernizaram as máquinas e desenvolveram um sistema digital e de leitor óptico para que as moedas pudessem cair só quando esse sistema realmente fosse ativado. A ferramenta de Carmichael não servia mais, pois a máquina de moedas não dependia de uma trava e sim de um sensor. Ele não sossegou e investiu na criação de algo que pudesse burlar a segurança. Tommy desenvolveu uma varinha de luz que ao enconstar na saída das moedas, enganava o que os engenheiros levaram meses pra desenvolver. As moedas voltaram a cair e ele estava com a vida feita. Para continuar em ação ele não podia agir sozinho, então tinha uma mulher (garota de programa na época) que virou parceira fiel e prosseguiu no crime. Os dois frequentavam os cassinos de Vegas e conseguiam em torno de 5 mil dólares por dia em moedas. Enquanto Tommy usava a varinha mágica de luz para pegar o dinheiro, a mulher enganava os seguranças e distraía quem estivesse por perto. Não consegui encontrar vídeos deles em inglês e nem em português, só em espanhol. Pra quem interessar, segue um dos vídeos no final do post. Ele conseguiu ter vida de poderoso chefão por alguns anos. Carro importado, mansão em Vegas e roubando na cara dura, sempre. Aos poucos a ferramenta de Tommy se multiplicou e a polícia entrou em ação. O FBI, polícia de Atlantic City, em New Jersey, entrou com toda a força atrás dele e de pouco em pouco foi descobrindo toda a armação. Ele acabou preso, e por toda a inteligência aplicada, acabou virando lenda em Las Vegas. Ahhhh se eu tivesse uma varinha dessa quando fui pra Vegas rsrs... e depois o povo diz que é sorte haha... Fica a história de um dos caras que adorei estudar sobre. Tommy Glenn Carmichael, sou sua fã rs. Ele é muito do tipo "Prenda-me se for capaz". Dá-lhe Leonardo di Caprio. Bjos.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Em quase 3 meses, o mesmo sentimento!
Sabe quando você sente que está tudo errado? Está. Morar dois anos fora não é esperar que as pessoas que ficaram no Brasil parem no tempo e esperem. Era só uma questão de entendimento, de amor, atenção. Com o tempo, com a distância essas coisas acabam e agora de volta, tanto coisa mudou, tanta coisa aconteceu que a sensação é de ser um peixe fora d’água. Mesmo com um emprego bacana, fazendo coisas que eu gosto, curtindo os amigos, o Brasil não é suficiente pra ser feliz. O Brasil que eu deixei em junho de 2009 não é o Brasil que encontrei agora em 2011. Evolução? Mudanças? Conformismo? Sei lá o que está acontecendo, mas tem muita coisa errada. As coisas não batem, minha cabeça fica no mundo da lua, os sentimentos se transformam e a vontade é só de ficar de olhos fechados e esperar o tempo passar. Quem sabe quando abrir os olhos, o dia fica mais lindo, o sol brilha mais forte? O que aconteceu com aquela saudade toda das pessoas? Por que as pessoas mudam? Por que os sentimentos se tornam pedras? Onde esconderam os abraços? Essa cidade não me faz feliz, o trânsito não me encanta. Agora, mais do que nunca, eu tenho certeza que voltei pra esse lugar só por causa da minha família e dos míseros verdadeiros amigos. Voltei por me cansar de chorar sozinha num quarto escuro, por cansar de brigar com um idioma que não me pertencia, por ter curtido Nova Iorque da melhor forma possível e não encontrar palavras suficientes pra explicar toda a minha felicidade para a minha família pelo MSN e Skype. Não tenho paciência, não tenho educação pra entender o que encontrei de volta nessa cidade. Falta de amor, de carinho, de educação, qualquer coisa do tipo, mas tem coisa errada. Mesmo dando certo, tem coisa errada. São três meses no Brasil que parecem uma eternidade, e o pior é achar que ter vivido fora todo esse tempo só me ensinou como interpretar as pessoas e entender tamanha falsidade. Não, eu não queria que todo mundo tivesse parado no tempo. Eu só queria que elas tivessem sido verdadeiras e nem ter me machucado nem antes e nem agora. O tempo passa, mas a dor fica. Só queria voltar a ter paz e infelizmente o trânsito de São Paulo não me proporciona isso. Continuemos. Tudo indica que vim até aqui pra evoluir o próximo, porque o meu lado está bem difícil viu?! Maldito signo de Touro. Drama, carência e egoísmo. Continuemos. Se viver é tentar sempre entender as coisas... continuaremos. Que a dor passe e que eu volte a amar de verdade a mim, aos outros e aprenda que é possível amar de novo, e de novo... A cada capote, um salto, um transtorno, uma evolução.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
São Paulo: Tem tanta coisa que falta, que ainda assim falta
São Paulo se tornou uma cidade cara, corrupta, sem-vergonha e sem caráter. Hoje você anda pelas ruas e é muito difícil se sentir seguro. A falta de segurança aterroriza todas as classes sociais. Pobre rouba, mas rico também. Não existe um padrão pra colocar em pauta e dizer que existe gente assim aqui e pronto. São Paulo é uma mistura de tudo com coisa nenhuma, um pouco de muito, um mito, uma lenda. Escolas de todos os tipos, gente de todas as raças, o valor é alto, o custo de vida assombra. Quanto você paga pra viver em São Paulo? Muito? E quando você ganha? Faz sentido pra você? O que antes era barato, hoje está bem caro, absurdamente caro. Você quer ter carro, a gasolina não colabora, o IPVA também não. O aluguel é alto, a compra nem se fala. O que facilita, complica. Se você compra, mas parcela, te faz escravo de uma série de carnês duradouros e vitalícios. Dura a sua vida, custa a sua vida. Viver em São Paulo não é mais uma questão de prazer, nem de gosto. Quem mora em São Paulo banca o custo de vida que quer, porque tem o emprego que quer, a casa que quer. Aqui você consegue ter acesso aos mais diferentes tipos de imóveis, de carros, mas até quando vamos ser dependentes da falta de tudo que realmente falta nessa cidade? Se pagamos pra morar num lugar "top", cultural, diversificado, por que não ganhamos o equivalente a isso? Por que não temos a segurança por todos os impostos pagos para o governo? Infelizmente somos escravos dos impostos. Você sabia que 80% dos impostos do cigarro vão para o governo? Você sabia que pelo suco de laranja que você paga, a empresa não gastou nem metade daquilo para oferecê-lo? Você já se deu conta de que os R$3,00 reais de condução que você paga toda vez pra ir e vir não te permite conforto algum no transporte público? Já parou pra pensar que já existiu época que as pessoas compravam hot-dog com passe? Já parou pra pensar que nos tornamos dependentes do dinheiro e que mesmo trabalhando, estamos apenas comendo, bebendo, pagando contas e o dinheiro some? O fim do mês chega e seu dinheiro está onde? Você trabalha para os seus benefícios, seus hobbies, claro. Mas até quando o governo, as empresas receberão nosso dinheiro e nos oferecerão mais discernimento, mais educação, mais moral, mais caráter? A educação se tornou algo medíocre e nem sequer esperar alguém sair do metrô, é algo natural. O empurra-empurra, o boca-a-boca, os palavrões, a falta de respeito ainda habita muitos corações e infelizmente, muitos cérebros. Você paga, você investe e o que você ganha em troca? Você ganha limites. Sim, viver em São Paulo é ter uma vida limitada, destinada ao acaso e ao desfavorecimento. Você tem orgulho de morar em São Paulo? Sim, eu tenho, mas sabe o que me faz desencantar da cidade da garoa? Tudo o que falta nessa cidade. A falta de comprometimento, de segurança, de educação, de gente que reeduca o próximo, de gente que vive com um sorriso no rosto, a falta de gente que trabalha e viaja feliz, a falta de gente que não conta moeda pra comprar pão. Infelizmente São Paulo não tem um padrão de vida satisfatório, por mais rico e organizado que você seja. Se aquele menino frágil não te rouba no farol, relaxa... o cara de terno lá em cima faz isso, e faz em dobro.
Beijos.
Marcela.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Projeto Cooperifa - Sérgio Vaz
Conheci o poeta Sérgio Vaz através do projeto do Teatro Mágico antes de viajar para os Estados Unidos. Com o texto "Os miseráveis", ele conquistou boa parte da galera que assistia o show, certeza. Ele é fundador do projeto Cooperifa, que reúne um grupo de pessoas toda quarta-feira no bar do Zé Batidão no bairro Chácara Santana, para participar de um Sarau. Um certo número de pessoas compartilha suas poesias e expressa o que achar necessário. É uma troca de conhecimento, de cultura, literatura e poesia na periferia. O projeto já existe há 10 anos e só vem crescendo com o bem que faz para a comunidade. Sérgio Vaz é exemplo de paz e vocabulário.
Quando estava nos Estados Unidos nos falamos pelo twitter, mandei textos meus pra ele ler. Ontem tive a honra de participar do Sarau com a companhia de uma amiga de muitos anos, a Camila de Jesus, e pude também conversar com o poeta sobre nosso papo quando estava morando fora. Um prazer, uma honra e muita cultura. Se você gosta de poesia, não pode deixar de visitar esse projeto e ajudar a proliferar o conhecimento. São Paulo agradece.
Blog do poeta: http://www.colecionadordepedras1.blogspot.com/
terça-feira, 30 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Furacão Irene - NYC
Você pode falar o que for, mas a natureza já provou de várias formas que tem como se vingar. Não existe nada no mundo que possa controlar a força dos desastres naturais. Dessa vez o Furacão Irene apareceu pra causar estragos, susto e medo nos americanos. Parece que não foi nada demais, mas nós estamos falando de um acidente e quando envolve risco de morte, não pode ser coisa boa. Vôos cancelados, estoque de comida, trem e metrô fechados e mais uma série de precauções foram necessárias. Um caos, e quando se trata de caos, coisa boa não é.
Com tudo o que veio acontecendo essa semana nos Estados Unidos, minha amiga Amanda Azevedo, que mora nos EUA, escreveu sobre e deixo o texto para que vocês possam entender um pouco do que aconteceu por lá. Não moro mais lá, mas a fonte ainda é das melhores rs. Um beijo!
Com tudo o que veio acontecendo essa semana nos Estados Unidos, minha amiga Amanda Azevedo, que mora nos EUA, escreveu sobre e deixo o texto para que vocês possam entender um pouco do que aconteceu por lá. Não moro mais lá, mas a fonte ainda é das melhores rs. Um beijo!
(foto: Globo.com)
"O Furacão Irene, após ter atingido o Caribe e chegado às Bahamas com nível 3 (numa escala de 1 a 5) na quarta-feira 25 de Agosto de 2011, com a mesma categoria e intensidade do Katrina que devastou a cidade de New Orleans no estado da Louisiana, é esperado na Costa Leste dos EUA para a sexta-feira.
Autoridades acompanham o trajeto do Furacão e os Estados que serão atingidos por ele, começam a planejar e a tomar as devidas providências para o pior. Dois dias antes do Furacão chegar ao país, as áreas de riscos são evacuadas, como praias, cidade costeiras, áreas abaixo do nível do mar e as mais suscetíveis a alagamentos assim como os hospitais e asilos localizados nas áreas de risco. Transporte público é interrompido, pontes e túneis são fechados. A população se prepara estocando água, comida e indo para lugares seguros. Alguns acham exagero, outros acham necessário. Mas como dizem por aqui: “It’s better to be safe than sorry!” – É melhor ficar a salvo do que se lamentar!
O Furação passa e em algumas áreas causa destruição, alagamentos, queda de energia, derruba árvores, e em outras apenas chuvas fortes e bastante vento, e conforme vai subindo a Costa Leste, quando chega a NY já é classificado como tempestade tropical! Os danos são menores do que o esperado. Houveram algumas mortes nos EUA decorrentes do furacão, 9 pessoas morreram até agora.
Tempestades de verão no Brasil, mais especificamente em São Paulo e Rio de Janeiro. Todos os anos temos a temporada de chuvas, onde em um dia chove o esperado para o mês inteiro. Deslizamentos de terra causando inúmeras mortes e milhares de danos materiais. Famílias perdem tudo o que tem, alguns perdem toda a família.
Quando eu tinha 5 anos, morava em um bairro pobre na Região do ABC em São Paulo, numa área onde aconteciam enchentes. Era o que a minha mãe podia pagar de aluguel e sustentar a gente. Nunca esqueço o dia em que tivemos uma enchente. Nenhuma autoridade veio nos oferecer abrigo, nenhum bombeiro veio nos resgatar, o que salvou a mim e ao meu irmão mais novo foi a minha mãe ter nos colocado no alto da beliche que ela havia acabado de comprar enquanto ela e minha tia tentavam salvar a comida, roupas, ou que desse pra ser salvo. Minha mãe ficou com a água pela cintura! Eu vi a água entrando pelo buraco da fechadura da porta da cozinha!
Só este ano no mês de Janeiro, 916 mortes foram contabilizadas apenas no Estado do Rio de Janeiro decorrentes das fortes chuvas tropicais, sendo que um alerta meteorológico foi emitido dias antes da tragédia ocorrer (ver anexo 1). Muitas vidas teriam sido salvas se as autoridades tivessem tomado medidas preventivas, emitindo ordens de evacuação nas áreas de risco.
O meu propósito com esse texto é apenas uma comparação de atitude, de prevenção e de compromisso com a cidadania. E quando acordei essa manhã e vi que o Furação Irene não arrancou o teto da casa onde eu moro, ou não alagou o porão, não fiquei decepcionada e nem revoltada por ter ficado o fim de semana em casa, fiquei alivida em dizer: Ufa, foi só isso!"
Anexo 1:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_e_deslizamentos_de_terra_no_Rio_de_Janeiro_em_2011).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_e_deslizamentos_de_terra_no_Rio_de_Janeiro_em_2011).
Obs: Se você acha que foi um sustinho de nada, diga isso pra quem perdeu parentes nesse desastre: http://g1.globo.com/furacao-irene/noticia/2011/08/furacao-irene-alaga-ruas-e-causa-destruicao-na-costa-leste-dos-eua.html
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Terminal Sardinha - São Paulo
(foto: SP Trans)
Legal é motorista receber R$1.200 reais, cobrador R$800, sem registro e sem direito nenhum. Aí o cara te trata mal, responde, aguenta grosseria dos outros, fica no trânsito dos infernos o dia todo e a gente quer que eles sorriam. Não tem ônibus suficiente e os caras tem que cumprir 57751731487384718 horas pra poder dar conta do recado e ainda fazer valer à pena o salário. Fora que são eles que aturam a porcaria das músicas em volume alto. Bacana, acho demais essa simetria de direitos. O transporte público não é feito de Lego senhor governo, e nós não somos pecinhas de montar e desmontar apesar de sairmos inteiros e voltarmos quebrados todo dia, portanto deve haver uma forma de melhorar isso, seja pro povo, seja para os funcionários das companhias de ônibus, não acha não? Mais ônibus rodando, mais emprego, menos desprezo e mais cidadania. Ah gente, o transporte público (ônibus) de São Paulo é uma vergonha e nem é tão difícil assim de resolver. As empresas ganham rios de dinheiro e o governo também. R$3 reais pra eles por cabeça é como comprar um boi todo dia, porque sinceramente, a sensação de pegar ônibus em SP é de ir direto pro abate. Copia se quiser, divulga se tiver vontade. Eu não tô fazendo corrente nenhuma, tô falando a verdade mesmo e espalhando o quão vergonhoso é depender de ônibus numa cidade como São Paulo. (Marcela Rios)
domingo, 31 de julho de 2011
Enquanto isso no Brasil...
De volta pro Brasil, cabeça a mil, muita coisa acontecendo. Ainda bem que são coisas boas. Desde que voltei só tenho que agradecer por tudo dar certo na minha vida. Quando fui morar fora e decidi viver uma cultura diferente, estudar e afins, fui consciente de tudo que poderia me acontecer, e uma coisa eu tinha em mente... que quando voltasse meu objetivo seria extremamente profissional. E assim está sendo.
Quando você fica muito tempo fora, claro que dá um pouco de medo, você fica com vergonha dos erros de português, do ônibus que você espera e nem passa mais, do amigo que você visita e ele nem mora mais lá, do bar que você costumava ir e não funciona mais, e por outros motivos. Coloque uma coisa na cabeça: você ficou DOIS ANOS FORA. Dois anos não são dois dias, não são duas semanas, é tempo pra caramba e que como qualquer outra fase da sua vida, voa. O tempo voa. Nova Iorque é tudo de bom, é lindo, é top, é turístico, é. É tudo isso e muito mais, mas venhamos e convenhamos que estar perto da família é um preço impagável. O meu português enfraqueceu, o meu conhecimento por São Paulo diminuiu de certa forma, mas acordar e saber que é a sua cama, a sua casa, a sua família que está por perto não tem preço. Rever os amigos, tomar um suco de laranja natural, comer feijão feito na panela de pressão, comer brigadeiro de panela, tomar cerveja grande, rir alto na rua e cantar as músicas mais bregas quando anda de ônibus não se compara. O Brasil é cheio de defeitos, mas o vínculo com o país é forte e minha família está aqui. Talvez se eu não tivesse ninguém me esperando aqui, eu não voltaria. Digamos que o afetivo conta muito quando você fica fora.
Não me apeguei muito aos bares e baladas quando cheguei. Tudo o que eu queria era passar um tempo com a minha família e amigos e matar a saudade. O segundo objetivo era arrumar um emprego e não ter tempo pra pensar na vida e na saudade do Brazen Fox e da Times Square e do abraço do Ian e da Bec. Pois então, me organizei meses antes de vir e cheguei trabalhando na Brasil Brokers, e essa semana fui contratada pelo CNA. São dois empregos, uma vida social que vai ficar um pouco de lado, mas o profissional conta muito agora. Já curti, já fiz tudo que tinha direito, agora é hora de colocar os pés no chão e aproveitar o retorno do que plantei nos EUA. Ainda existe uma confusão na minha cabeça e o inglês fica aparecendo direto nas conversas, mas pensando bem, isso é ótimo. O conflito dos idiomas acaba virando piada, tirando como exemplo as gírias que comecei a levar ao pé da letra rs. É cada uma.
Minha carpa na perna significa "tenho objetivos a seguir sempre" e assim vai ser a minha vida inteira. É meu lema. Meu objetivo nesse momento é me estabelecer profissionalmente, ganhar dinheiro e ser feliz perto dos meus amigos de verdade e da minha família.
Ainda conto pra vocês as coisas que encontrei nesse Brasil e que me matam de rir. Num outro post talvez.
E aos que morriam de saudades e de ansiedade, só pra avisar, eu ainda moro no mesmo lugar. Vai dizer que a distância é um problema agora? Se era só lorota, o tempo vai dizer. Uma boa amizade sempre precisa de um bom filtro. Ainda há tempo pra uma boa cervejada.
Super beijo!
domingo, 24 de julho de 2011
De volta pro Brasil
Dois anos longe do país e consequentemente longe de todos os amigos e família parece tarefa fácil quando você diz que morou em Nova York, mas não é bem por aí. Foram muitos momentos de alegria, de viagens, de descobertas, de coisas ótimas, mas a solidão fez companhia muitas vezes. Agora de volta pro Brasil a primeira sensação é que não estarei sozinha mais. Por um lado faz sentido, mas por outro todos os amigos tomaram um rumo na vida enquanto estava fora o que me deixa um pouco confusa. Mesmo com os amigos seguindo suas vidas, nada se compara em ter eles a alguns bairros de distância do que um continente. Voltar é sensação de dever cumprido, de objetivo concluído com sucesso. Voltar pro Brasil não é um bicho de sete cabeças. Foi o país onde nasci e vivi e o melhor é que todos falam a minha língua. Achava que seria bem mais difícil, mas sinto que tudo o que vivi nos Estados Unidos foi um sonho e agora caí da cama, acordei e é hora de viver a realidade. São Paulo continua sendo São Paulo com muito trânsito e muita gente. Já consegui um emprego, e já sinto que as coisas estão dando certo. O medo de voltar é normal, mas tanto o Brasil quanto o mundo precisam de mais pessoas com essa força que nós, Au Pairs, mochileiros, intercambistas, estudantes, temos. Viajar é aprender e voltar é viver mais ainda e ensinar tudo o que aprendi em parcelas. A cada reencontro é uma história. Deu tudo certo e me sinto extremamente feliz.
Tive muito estresse com o vôo escolhido pela a agência Au Pair in America. A empresa LAN Airlines informou peso e valor errado no site e no 0800 para embarcar pro Brasil, o que fez com que eu e a Tássia, a amiga que voltava comigo, ir para o aeroporto com 9 malas de 32kg, sendo que as duas primeiras seriam sim
32kg, mas as outras seriam 23kg. Devido a informação errada pagamos um absurdo por excesso. E o problema estava só começando com essa companhia aérea. O vôo atrasou 2 horas em NYC, o que nos faria perder a conexão no Chile. A empresa LAN Airlines cobra bagagem por rota, portanto pagamos para despachar para o Chile e do Chile para o Brasil o que deixou ainda mais caro as malas. Além de tudo isso, ainda fui obrigada a despachar uma mala de mão, porque contaram minha mochila como mala e não como item pessoal. Briguei mesmo, discuti, mas a empresa fez com que pagássemos a mais para embarcar ou as malas ficariam no aeroporto.
Quando chegamos no Chile, no balcão da LAN disseram que nossa conexão estava atrasada e que sairia em 10 minutos, então corremos, corremos e corremos e ao chegar no portão de embarque disseram que no tal dos 10 minutos ditos anteriores eles passariam informações sobre o vôo, ou seja, nem lá o avião tava e disseram pra gente ir logo. O avião chegou, demorou e decolou. Agora a melhor parte da palhaçada dessa companhia foi ao chegar no Brasil. Lembra do barraco que dei em NYC e que pagamos um absurdo nas malas? Então, não adiantou porcaria nenhuma pra que eles tivessem mais responsabilidade. Chegamos no Brasil, e nossas malas não. Esperamos todo mundo pegar a bagagem e as nossas malas não estavam no Brasil. Fomos reclamar e as malas estavam no Chile. Me fala se tem organização e responsabilidade uma empresa que só nos causou transtorno? As malas demoraram um dia pra ser entregue na minha casa. Pode ter certeza que a LAN eu não indico pra ninguém. Viajei pra tudo quanto é canto, peguei mais de 20 vôos e nunca nenhuma companhia foi tão irresponsável e incoerente como essa. Um Lixo Airlines, isso sim.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
New Orleans, LA
New Orleans não era uma cidade que tinha como objetivo e muito menos interesse em conhecer quando cheguei nos Estados Unidos, porém muitas pessoas começaram a comentar sobre o Carnaval que acontece lá, sobre o clima mega animado, enfim, uma série de fatores. Como visitamos Miami e depois o destino seria o Grand Canyon, decidimos parar no meio do caminho e conhecer a cidade de New Orleans que fica no estado de Louisiana.
A cidade realmente te oferece liberdade comparando com as regras da maioria dos outros estados. Se em New York você não pode beber nas ruas, em New Orleans você pode. Se você não podia fumar nos bares, em New Orleans você pode. New Orleans poderia ser definida como a cidade do "pode tudo", mas nem tudo é mil maravilhas por lá e já te conto o porquê. No primeiro dia fomos visitar uma das principais ruas, cheias de bares, de profissionais do sexo nas casas noturnas, de tudo quanto é tipo de coisa que você possa imaginar. Logo no começo da rua uma galera curtia um grupo tocando jazz. Jazz é uma das características de New Orleans e em todo lugar você pode ouvir tomando cerveja ou só de andar pelas ruas. Na Bourboun Street que a rua que comentei sobre os bares e casas noturnas, paramos pra tomar uma cerveja e comer um hamburguer e ouvir música ao vivo, até aí tudo bem. Quando chegou a conta, $40 dólares. Pois é, $40 dólares por um lanche e uma cerveja. Não tinha no cardápio o lanche e então não tínhamos como discutir o preço. No dia seguinte fizemos um tour pela cidade e uma das guias que conversamos disse que a Bourboun St não é confiável pra nada. Os bares aplicam golpes nos turistas sem ter os valores nos cardápios, cigarros são vendidos velhos e por preço menor e sem taxa, a rua é coberta de golpes e se você visita New Orleans pela primeira vez preste muita atenção em tudo.
Um dos principais bairros é o French Quarter de onde vem boa parte histórica da cidade. Na praça Jackson Square fica a St. Louis Cathedral, a catedral que me apaixonei. Linda, linda, linda e a mais antiga da cidade. Neste mesmo bairro você encontra lojinhas, feirinha de tudo quanto é coisa, entre outros estabelecimentos bem famosos como o Café du Monde. O bairro é uma graça e a arquitetura das casas surpreende.
New Orleans é a cidade onde aconteceu o furacão Katrina há alguns anos atrás e nós fomos visitar a parte atingida. Muitas casas e estabelecimentos ainda tem vestígios do desastre. A cidade em si é pobre e ao ver a parte do Katrina é possível ver ainda mais a pobreza do lugar. As casas, hoje em dia, possuem reforços feitos de concreto e muitos moradores abandonaram as casas depois do Katrina. Outros permaneceram por lá, mesmo com as cortinas de plástico ou com a porta reforçada com madeira. É triste imaginar o que essas pessoas sofreram ao perder tudo. E sei lá se é pior ou melhor, mas o Katrina foi premeditado e ficava quem quisesse. A água do Mississipi River dominou boa parte da cidade, e o vento saiu destruindo tudo.
Num geral New Orleans é bem atrativa, mas não é uma cidade com tanta liberdade quanto as outras partes que já conheci nos EUA. Apesar de ter poucas regras, não fique andando sozinho pelas ruas de New Orleans.
Cidade onde Sandra Bullock mora (passamos na casa dela) e onde Ellen DeGeneres nasceu, New Orleans é cheia de surpresas, negativas e positivas. Por falar nisso, a cidade é bem antiga e carrega várias histórias de espíritos, de voodoos, de casas assombradas, etc. Não faltam tours pra isso. Além disso a cidade é cheia de cemitérios e fizemos um tour dentro de um deles. Muita história pra contar sobre eles. Todas essas coisas "diferentes" fazem parte dos souvenirs da cidade. Demais!
Logo mais publico o post sobre o estado do Arizona (visitando pela segunda vez) e a melhor vista de todos os tempos: o Grand Canyon.
- Posted by my iTouch.
domingo, 3 de julho de 2011
Miami, Key West, Hollywood - Florida
Férias em Miami e nada muito surpreendente pra comentar. Miami é uma cidade grande (bem grande) com praias, lojas, outlets e tours. Muitas pessoas disseram que Miami era o máximo, que tem que conhecer e tal. Claro, você tem que conhecer, mas depois da viagem pra Califórnia aprendi a não criar expectativas, pois a TV, os filmes enganam muito. Miami um lugar que sim, você precisa visitar, mas não deposite todas as suas fichas. Você pode se decepcionar. Pra mim deu tudo certo e adorei a viagem, mas vai do seu objetivo aqui.
O Hotel que ficamos ficava na 63th st com a Collins Ave. A localização não era ruim, mas pra ir pra outros lugares era preciso pegar ônibus. A Collins Ave é longa, portanto dependendo da altura que você pegar, se você puder alugar carro, faça. Compensa e te economiza um tempão nos passeios. Digo pra alugar carro também, porque o sistema de transporte em Miami é por "ride" e não por tempo, ou seja, a cada vez que você pega custa $2,00 dólares. Não é como na Califórnia que é por tempo. Pra ir para o aeroporto por exemplo você paga $4 dólares, que são dois ônibus.
Miami Beach, uma das praias mais famosas e que é bem bacana. Tem lojas, restaurantes, nada muito além disso. Mas não se pode deixar de visitar e de tirar a foto no relógio que diz dia, mês e ano. O relógio fica na Ocean Drive, a rua que segue todo o calçadão da praia. Na Ocean Drive tem muitos restaurantes pra comer de frente pra praia. Nas praias que visitei nos Estados Unidos não tem quiosque pra comer peixe frito e tomar caipirinha como temos no Brasil, mas no caso da Ocean Drive achamos um restaurante pra comer frutos do mar que era uma delícia. Você também encontra muitas promoções de drinks como Mojitos. Vale à pena pesquisar.
South Beach é onde a galera curte balada, faz compras e curte a praia também. South Beach é bem parecido com o centro de Miami, exceto pela praia.
Em Bayside foi onde encontramos um shopping center num Pier. Na beira do rio você pode comprar, passear e comer. Almoçamos no Hooters e a vista era perfeita. Fica a dica. Em Bayside eles vendem tours para os parques da Disney e Key West, assim como no centro de Miami. Os tours variam de $49 a $200 dólares. Compramos o tour para Key West, a última cidade da Flórida e que fica antes de Cuba. De Miami para Key West são 3 horas de ônibus e é preciso pegar a ponte de 7 milhas de distância que tem uma vista espetacular. A ponte é bem famosa e é só olhar as fotos que é possível entender. Key West é um pingo no mapa. A ilha possui apenas 4 milhas de comprimento e tem mais de 300 bares. As casas seguem o padrão americano por ser feitas de madeira. A cidade em si parece cinematográfica e os bares tem suas características específicas. Em Key West fica o menor bar do mundo e também tem bares com decorações bem criativas como por exemplo o bar que é coberto por notas de $1 dólar. A sobremesa famosa é a torta de limão. Comi, mas achei muito forte. Se você for passar o dia em Key West indico que compre um tour que te deixe livre pra andar pela cidade como fizemos. Key West tem que ser apreciada e fazer um tour de uma hora não compensa. No nosso caso o transporte estava incluso com guia pra ir e pra andar pela cidade com tempo livre então valeu muito à pena. A melhor notícia sobre a ilha de Key West é a praia. Água transparente e QUENTE. Sabia que existia uma luz no fim do túnel sobre as praias nos EUA. Sempre peguei o mar congelando, mas Key West me deixou super feliz. Se for pra Miami já sabe, dê uma fugidinha para Key West. Nem que seja por um dia, você vai gostar. A ilha fica a 90 milhas de Cuba.
Voltando a falar de Miami, visitamos o centro da cidade e a Outlet Dolphin Mall que fica afastada da cidade. Em downtown tem baladas e fácil acesso pra Bayside também. Nada muito diferente do centro de uma cidade grande. Miami, a cidade, é dividida em Miami, Miami Beach, South Beach, Downtown, Airport Area e outras praias. De Miami Beach fomos para Hollywood Beach, outra cidade, com meu amigo que mora em Miami. A praia fica próxima de Fort Lauderdale, a cidade dos ricos. Cada casa linda, grande, muitas mansões. Pra chegar nessa área é melhor de carro mesmo. Hollywood Beach é uma graça. Muitos coqueiros e restaurantes na beira da praia, além da galera andando de bicicleta. Ótima dica pra quem quer relaxar e dar uma boa caminhada.
Acho que Miami foi a cidade que menos falei inglês nesse tempo todo de EUA. A cidade é CHEIA de gente falando espanhol e de brasileiro. Calor, praia e compras, precisava de mais alguma coisa pra atrair a América do Sul e Central? Juro, todas as pessoas que me pediram ajuda nas lojas falavam espanhol e se eu tentava responder em inglês eles não entendiam. Nos restaurantes, nas lojas, todo mundo inclusive os funcionários falavam espanhol, muitas vezes no primeiro contato, depois mudavam porque percebiam que não entendia direito.
O legal de Miami é ver o povo se acabando de comprar. Muitos brasileiros compram pra revender. Uma camiseta da Oakley no Brasil $90 reais, nos EUA $20 dólares (média de $35 reais). Calça Calvin Klein no Brasil de $120 a $900 reais. Eu paguei $9 dólares (média de $16 reais). Sério, muitas promoções, mas a taxa de importo é de 7,5%, o mesmo de New York. New Jersey ainda ganha na menor taxa.
Agora estou no caminho pra New Orleans. Publico sobre New Orleans quando a viagem terminar.
Dicas de viagem em Miami:
Hotel - Lombardy Inn
63th st com a Collins Ave. Tem Walgreens por perto, café brasileiro que o pastel é ótimo, pizzaria e o ponto de ônibus é na porta do hotel.
MIA (Aeroporto) para a Collins Ave - Ônibus número 150, e desce na 41st. Para subir pegar a linha S. A linha S sobe e desce a Collins Ave inteira.
A linha J também serve do aeroporto até a 41st.
Tour Key West - Transporte ida e volta e trolley com guia com tempo livre na cidade, $100. Comprar no Pier em Bayside.
Clima em Miami agora junho e julho - MUITO calor e abafado.
Outlets - Dolphin Mall e Sawgrass. Ambas afastadas de Miami. Cerca de 40 ou 60 minutos de carro e 2 horas de ônibus saindo da Collins.
Espero ter ajudado! :)
- Posted by my iTouch.
Assinar:
Postagens (Atom)










































